Sim, e lá vamos nos, com muito rosa!! (eca!)
TOP 5 que vale a pena assistir!
Clueless - As Patricinhas de Beverly Hills
Em Beverly Hills, uma adolescente (Alicia Silverstone), filha de uma advogado (Dan Hedaya) muito rico, passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas totalmente alienadas como ela. Mas a chegada do enteado de seu pai muda tudo, primeiro por ele criticá-la de não tomar conhecimento com o "mundo real" e em segundo lugar por ela descobrir que está apaixonada por ele.
Legalmente Loira
Elle Woods (Reese Whiterspoon) é uma garota que tem tudo que possa querer. Ela é a presidente da fraternidade de onde estuda, Miss Junho no calendário do campus e, além disso, uma loira natural. Elle ainda namora o mais bonito garoto de seu colégio, Warner Huntington III (Matthew Davis), com quem inclusive planeja se casar no futuro. Mas Elle tem um problema que incomoda Warner: ela é fútil demais! Até que, quando Warner vai estudar Direito na Universidade de Harvard, ele passa a namorar uma nova garota (Selma Blair) e decide largar Elle, que não se dá por vencida e decide estudar a fim de também passar para o curso de Direito e ainda por cima provar sua inteligência.
As Branquelas
Os irmãos Marcus (Marlon Wayans) e Kevin Copeland (Shawn Wayans) são detetives do FBI que estão com problemas no trabalho. A última investigação da dupla foi um grande fracasso e eles estão sob a ameaça de serem demitidos. Quando um plano para sequestrar as mimadas irmãs Brittany (Maitland Ward) e Tiffany Wilson (Anne Dudek) é descoberto, o caso é entregue aos principais rivais dos irmãos Copeland, os agentes Vincent Gomez (Eddie Velez) e Jack Harper (Lochlyn Munro). Para aumentar ainda mais a humilhação da dupla, eles são escalados para escoltar as jovens mimadas do aeroporto até o local de um evento pelo qual elas esperaram por meses. Porém no trajeto um acidente de carro provoca um verdadeiro desastre: enquanto uma das irmãs arranha o nariz, a outra corta o lábio. Desesperadas, elas se recusam a ir ao evento. É quando,para salvar o emprego, Marcus e Kevin decidem por assumir as identidades das irmãs.
Garota Mimada
Poppy (Emma Roberts) é uma adolescente de 17 anos que esbanja beleza, uma conta bancária bem gorda e muita, muita rebeldia. Com o intuito de dar um jeito na garota, o pai a leva para estudar num rígido colégio britânico. Além dos novos colegas que não conseguem se acostumar com o comportamento esnobe e mimado da moça, Poppy ainda tem de seguir as regras da diretora do colégio. Ao contrário do que esperava, a garota acaba se divertindo. Ela arranja amigas, muda o visual, encontra um garoto interessante e até mesmo descobre algumas informações de uma pessoa muito especial que estudou lá há muito tempo. Seguindo um estilo bastante ?teen?, ?Garota Mimada? tira boas risadas do espectador.
Confissões de uma Adolescente em Crise
Lola Drew (Lindsay Lohan) é uma adolescente mimada que está acostumada a ser o centro das atenções por onde quer que passe. Após se mudar para um subúrbio em Nova Jersey, ela é obrigada a trocar de escola. Lá conhece Carla Santini (Megan Fox), a garota mais popular da escola, justamente o posto que Lola tinha em sua antiga escola. Decidida a conquistar o posto na nova escola, Lola passa a disputar popularidade com Carla, especialmente na montagem da próxima peça teatral do colégio, "Pigmaleão".
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sábado, 29 de outubro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Sábado Inútil #17 - Filmes de Vampiros
Tá sem nada pra fazer? Passa na locadora e pega um desses!!!!!!!!!!!!
Os 10 mais de filmes de vampiros. [Link]
1. Underworld – O filme tem vários pontos fortes. Não somente é um dos melhores filmes de vampiros já feitos, como também um dos únicos, se não for o único que também é extremamente bem produzido e com temática séria sobre lobisomens (Lycans). Para os que acham os poderes exagerados demais, isso não é bem assim: para quem já jogava “Vampire – The Masquerade” (“Vampiro – A Máscara”) lá pelos idos da década de 1990. Além disso, o WoD (World of Darkness) da White Wolf é bem representado neste filme, se alguns fãs mais atentos prestarem bem atenção, há um grupo de vampiros que parecem ser Setites, pelos óculos escuros… O clã de destaque parece ser Ventrue… A reação da vampira ao perceber a presença de um Lycan, grudando no teto, lembrou-me de muitas cenas de RPG e é muito primal, animalesca mesmo, muito com base no tradicional das “espécies” em questão… enfim, o roteiro tem intriga, romance e um excelente crossover entre vampiros e lobisomens – algo que já era difícil de fazer em RPG e ficou muito bom neste filme. O tom escuro-azulado escolhido ficou lindo, a fotografia é encantadora. Não vou dar nota e nem é preciso, a avaliação fala por si. Muitos pontos altos, muita ação, pontos de romance, suspense, é um must!
2. Vampire Hunter D – Este é um clássico, filme/anime de 1985 em que D é um dhampir, a meia-cria de um pai vampiro e mãe humana, renomado por suas habilidades perfeitas e seu encanto sobrenatural, mas é temido e desprezado por sua linhagem mista, o caçador ideal de vampiros. Raças mistas nunca são bem vistas, mas, como em InuYasha, sempre são bem “usadas” quando se precisa delas – como o ser humano é “interessante”, não? Há muitas diferenças – e algumas bem significativas – entre o anime e o mangá. Há a continuação – “Vampire Hunter D – Bloodlust”. Para quem gostar do primeiro, indico os dois.
3. Entrevista com o Vampiro – Como nem a Anne Rice imaginava, e acho que, além de mim, meio mundo, Tom Cruise fez um perfeito Lestat! Embora a história do filme tenha sido um tanto quanto diferente daquela contada no livro (por isso recomendo a leitura também, em português, com tradução de Clarice Lispector) esse é, de longe, um dos clássicos contemporâneos, mostrando a inveja dos vampiros decadentes em relação aos novos vampiros – uma bela metáfora para a inveja dos diferentes em geral. Ao contrário de “Rainha dos Condenados”, péssima adaptação, fujam disso, leiam os livros “O Vampiro Lestat” e “A Rainha dos Condenados”, mas fujam daquele filme, é um massacre da obra original e uma ofensa ao filme “Entrevista com o Vampiro”. Este sim, ainda mais com o Lestat, “o próprio Diabo”, como dizia Louis, e aquele final, bem… vale a pena ver, rever e ver de novo!
4. Drácula de Bram Stoker – Bom, para mim é complicado falar desse filme. É, de longe, um de meus filmes prediletos (e não só de vampiros). Coppola usou técnicas antigas de cinema quando já havia meios modernos de fazê-los e ficaram perfeitamente lindos! O teatro de sombras no início, a gota e a película invertida… Os pontos altos do filme são tantos que se eu fosse destacar todos, precisaria de um artigo só para ele. Algumas curiosidades: os colegas tinham “medo” de Gary Oldman, pois ele se sentia e agia, nos bastidores também, como se fosse o próprio Lord Drácula. Atuação excelente dele, de Anthony Hopkins, a conclusão a que Van Helsing chega quando estão prestes a destruir o “mal”… enfim, outro para ver e rever.
5. Um Drink no Inferno – É uma daquelas piadas do Tarantino, mas aquelas piadas boa que fazem com que você realmente ria do começo ao fim. É trash, mas no início, se ninguém falou nada a você, pode ser que ache que o filme seja sério. Depois, acaba relaxando e começa a rir muito. Mas fuja das continuações. É somente 1 Drink no Inferno, o resto dará indigestão, mal-estar, dor de cabeça, azia, ressaca….
6. Garotos Perdidos – Clássico que marcou a década de 1980. Lembrado, visto e revisto até hoje. O plot de “The Lost Boys” (1987) é simples: jovens do Arizona que se mudam para a Califórnia e acabam se deparando com uma gangue de vampiros adolescentes. Com Kiefer Sutherland (aka Jack Bauer) como o líder da gangue, “People Are Strange”, na versão do Echo and the Bunnymen na trilha sonora do filme, um ótimo filme de vampiros para relaxar em uma sessão nostalgia.
Uma curiosidade: Reza a lenda que Jim Morrison escreveu a letra de “People Are Strange” andando nas ruas de Londres…
7. Fome de Viver – Esse é um clássico mais cult e apreciado pelo tom sombrio, pela atuação de David Bowie e de Catherine Deneuve. É um filme de 1983, mas ao contrário de “Garotos Perdidos”, não tem um tom leve: o clima é tenso, denso, mas, ao mesmo tempo, glamouroso. A música do Bauhaus, “Bela Lugosi’s Dead” fica tocando durante os créditos inicias e o filme é especialmente um cult para o pessoal gótico, mas vale a pena caçá-lo, pois o final surpreende, Vou parar de falar por aqui, senão conto demais.
8. Nosferatu – Como deixar de fora este clássico? Ok, se você não curte cinema mudo, e não aguentar ver “Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens” (Nosferatu, uma sinfonia de horrores), de F. W. Murnau, de 1922, (com base no romance “Drácula”, de Bram Stoker, embora com nomes de personagens e lugares alterados, pois os herdeiros do escritor não concederam a Murnau autorização para realizar este filme), eu entendo. Eu vi, uma vez, porque eu precisava ver. Nem que fosse uma vez. Pra quem curte vampiros… É preciso. E ver até o fim.
Uma curiosidade: Hoje o filme pertence ao domínio público e há um remake (que, confesso, não vi) de Werner Herzog chamado Nosferatu: Phantom der Nacht.
9. Ultravioleta - Milla Jovovich é Violet Song jat Shariff, ela vive no futuro, em um mundo em que todas as doenças foram erradicadas — exceto uma chamada “hematofagia”. É um filme de “vampiros” diferente, meio que sem vampiros. Já me explico.
Violet é infectada com esta doença e disfarça-se de mensageira para pegar uma arma que poderia acabar com todos os hematófagos do planeta, descobrindo depois o que havia dentro da maleta… (não vou contar, vale a pena ver). O termo “vampiro” é dado aos hematófagos por terem caninos pontudos. A história é legal, embora o estúdio tenha feito cortes para a versão final do filme, de partes “emocionais”, combates intensos e cenas gore. Mas vale a pena ver, embora não seja nenhuma prima, já estou avisando, não espere demais, apenas curta. Às vezes é bom algum entretenimento puro e simples.
10. Deixe Ela Entrar – Como tradutora já não me aguento com o título, me dá tremedeira. Erro de português eu não tolero. O certo seria Deixe-a Entrar. Mas, ainda, no original é “Let the Right One In”, que quer dizer, “Deixe a pessoa certa entrar”… Mas vamos ao filme… e por que motivos entrou na lista…
Bem, é um filme sueco, diferente dos blockbusters… “Let the Right One In” (Em sueco: Låt den rätte komma in) é um romance-horror de 2008, dirigido por Tomas Alfredson, com base em um livro homônimo.
A fotografia é linda; o filme é terrificamente encantador: a história de um garoto de 12 anos de idade atormentado por outros garotos que desenvolve uma amizade com uma criança vampiro em Blackeberg, Stockholm, no início da década de 1980. O foco principal é na história de amor entre os dois personagens principais.
Mesmo com tudo para ser um filme cult relegado a estantes de colecionadores, esta bela obra ganhou tantos prêmios e fez tanto sucesso que vai ganhar uma versão Hollywoodiana. Mas eu tenho medo disso. Vi o que fizeram com “Asas do Desejo”, o clássico de Wim Wenders. Vocês sabiam que “Cidade dos Anjos” é a versão/adaptação (massacrando o original) da obra-prima de Wim Wenders? Então, quanto a “Let the Right One In”, fiquem com o certo – o original.
Artigo: Ana Death Duarte
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